Era cedo. Alguns carros na avenida e poucas pessoas. Mesmo sendo poucas, os olhares eram atraídos para a mesma figura. Caminha com um ar de punk, usava botas e óculos estilo Ray Ban. Tinha uma cara de latino e passava pelas pessoas com indiferença. Realmente seria indiferente, não fosse a vontade dele ser escocês. Vestia uma saia vermelha e xadrez. Levava do lado, uma bolsinha (imagino eu) típica da Escócia. Assim o cara desfilava pela Av. Sumaré. Pegando um ar nos países baixos...
quinta-feira, agosto 17, 2006
Paises Baixos
Era cedo. Alguns carros na avenida e poucas pessoas. Mesmo sendo poucas, os olhares eram atraídos para a mesma figura. Caminha com um ar de punk, usava botas e óculos estilo Ray Ban. Tinha uma cara de latino e passava pelas pessoas com indiferença. Realmente seria indiferente, não fosse a vontade dele ser escocês. Vestia uma saia vermelha e xadrez. Levava do lado, uma bolsinha (imagino eu) típica da Escócia. Assim o cara desfilava pela Av. Sumaré. Pegando um ar nos países baixos...
segunda-feira, agosto 07, 2006
Santos Marimbondos, Batman!!!
Muito sol, céu azul, montanha e rocha pra todo lugar. Dia com diversão garantida. Buscando mais um boulder, caminhava morro acima em direção à pedra. O Irineu e a Juli, firam mais embaixo aguardando. No meio do caminho, sinto uma dor aguda na panturrilha esquerda. Quando me viro para trás, vejo o maldito marimbondo grudado na minha bermuda e em posição de ataque. Peguei minhas sapatilhas e tirei o infeliz de lá. Depois disso, uma nuvem deles apareceu sobre a minha cabeça e começaram a me perseguir. Saí correndo barranco abaixo como Crash Pad nas costas e sapatilhas na mão. O tenis liso e o monte de mato me fizeram escorregar e rolar uns 5m barranco abaixo! Tombo digno de videocassetada! Quando parei, os insetos já tinham ido, mas no rola, minhas sapatilhas cairam no meio do mato! Perdi as sapatilhas e ganhei mais 3 picadas: uma na boca, outra na mandíbula e mais uma na mão. Depois de tirados os ferrões, a dúvida era se eu buscava minhas sapatilhas ou não. Por hora, tinha desistido e voltamos pro carro. Depois, fiquei com medo de me arrepender em deixá-las lá. Começou então a operação "Resgate das Sapatilhas". Coloquei calças, blusa, luva, boné, óculos escuros e uma camiseta na cara. O resgate foi tranquilo e não ganhei mais nenhuma picada.O veneno dos marimbondos ocasionaram uma reação alégica muito forte e fiquei todo empipocado. Por causa disso, fui fazer uma visitinha ao PS do HC. Chegando lá, fiquei assustado com o atendimento rápido. O médico me consultou, fez várias perguntas e disse que voltava em 1min. Voltou depois de 40 me passando a medicação. Fui pra enfermaria tomar a injeção e demourou mais uns 20 min pra ser atendido. Injeção na veia e depois soro pra me segurar por lá. Nesse meio tempo, acabou o turno da enfermeira. Ela saiu de lá sem esperar a outra chegar. Resultado, esperei mais 20min pra tirar as coisas da minha veia. Depois toca falar com o médico pra me dar alta. Me receitou mais dois remédios. Agora ainda estou um pouco inchado, mas bem melhor. Além das 4 picadas, ganhei um dia de folga do trabalho!!! AEEE!!!
quinta-feira, agosto 03, 2006
Encasquetar

Verbo transitivo que significa "meter na cabeça".
Acho que isso é coisa dos astros. Tenho impressão de que quando um escorpião bota uma coisa na cabeça, não sossega enquanto não resolver. Quem anda comigo sabe que sou assim. Sonho e tenho pesadelos com aquilo. Já encasquetei com a idéia de morar em outro país. Encasquetei com mulher até rolar alguma coisa. Encasquetei com trabalho, sonhando com embalagens... Ultimamente tenho encasquetado com Boulder! Encasqueto tanto a ponto de imaginar o movimento que vou fazer, durante o banho! Praticamente um insight! "O pé! Tenho que subir o pé!!! Se eu subir o pé, fica muito mais fácil alcançar a agarra!" Culpa dos astros! :P
terça-feira, agosto 01, 2006
Dando nos Nervos!!!
Começa com o monitor que hora fica normal, hora fica amarelo. Aí um tapa na lateral às vezes resolve, mas depois volta a ficar amarelo. É hora de tentar o tapa em cima. De vez em quando também resolve. Mas depois volta a ficar amarelo e fica assim até eu cansar de dar porrada no monitor.Aí é a vez do teclado me atazanar. Algumas teclas simplesmente não funcionam. Só funcionam se apertar com a delicadeza de uma marreta!
Tem também a ventoinha da CPU que faz mais barulho que helicóptero. Cada vez que apoio a mão no mouse o barulho aumenta. Uma mão no teclado e outra no mouse então... até quem tá na rua escuta! O jeito é empurrar a mesa pra cima com o joelho, pra diminuir o incômodo.
O pior de tudo é que sou nerd e não consigo ficar sem ligar o computador em casa. Até quando vou aguentar? Preciso de outro computador! Não ia ficar triste se fosse um iMac branquinho, com design, que não ocupa espaço, silencioso e que não dá pau!!!
terça-feira, julho 25, 2006
Nina Braun
Começou numa aula onde eu era o DJ da festa e ela a rainha da Suécia. Pedia pra eu trocar a música, mas eu dizia que ainda não era a hora de eu entrar. Depois de meia dúzia de palavras trocadas, o contato foi pouco. Talvez por eu achar que ela tinha realmente um ar de rainha.Desembarcou a pouco tempo por aqui. Loira, alta e exuberante, saiu da área de desembarque empurrando um carrinho com seu mochilão. Quando me viu, abriu um sorriso largo, que ninguém imaginaria numa alemã. O abraço forte mostrava que o tempo passou, mas o carinho continua grande.
Numa ida à praia com os amigos, tive a chance de conhecê-la melhor. Na volta, me sentei ao lado dela e pudemos conversar todo o caminho. Descobri que era a sua última semana na escola. Por sorte, me mandaram pro nível avançado e fui cair na classe dela.
O tempo em São Paulo era pouco, então um dia todo foi dedicado ao turismo paulista. Praça da Sé, a catedral, o prédio do Banespa, o mercado municipal e a Liberdade. Depois, polpetone e linguini. Passou tudo muito rápido!
Depois da festa de despedida dos alunos daquela semana, as coisas mudaram. Acabamos ficando juntos por 5 meses, até nos separarmos em Melbourne.
Agora, as coisas também estão diferentes. Ela veio pro Brasil atrás de um brasileiro que não sou eu. Não achei ruim, mas também não faço questão de saber quem é. O que sei é que tenho uma grande amiga e que minhas ligações com a Alemanha estão cada vez mais fortes!
segunda-feira, julho 17, 2006
Aurélio do Boulder
Um fim de semana em Ubatuba, participando do Ubatuboulder, acrescentou palavras novas no meu vocabulário de escalador:- Boulder: Escalada sem corda, em pedras com no máx 5m. Segurança de corpo e crash pad. Poucos movimentos, mas de muita técnica e força.
- Vs: Classificam a dificuldade do boulder. Vai de V0 até V11. O máximo que consegui foi um V3.
- Agarras: Onde vc agarra! Isso funciona pras mãos.
- Reglete: Agarra onde só cabem uma ou duas falanges dos dedos.
- Pinça: Agarra onde vc usa o polegar e os 4 dedos, como se fosse pegar uma garrafa.
- Abaulado: Agarra redonda, onde é praticamente impossível ficar parado.
- Bi-dedo: Agarra onde só entram 2 dedos.
- Mono-dedo: Agarra onde só entra 1 dedo.
- Mandar um boulder: Quando vc acaba o boulder, lá em cima da pedra.
- Entrar no boulder: Quando vc decide tentar mandar o boulder.
- Dominar o abaulado: Quando vc consegue deixar a mão lá, sem escorregar.
- Vai de calcanha: Usar o calcanhar
- Dropa o joelho: Jogar o joelho pra dentro, em direção ao outro joelho.
- Virada: Quando vc está prestes a sair do boulder em direção ao topo da pedra.
- Crash Pad: Colchão que fica embaixo do escalador em caso de queda.
- Fazer uma seg: Fazer a segurança de quem vai escalar.
- Maguina: Magnésio usado nas mão pra secar o suor e não escorregar.
- Isola o move: Fazer apenas o movimento que está com dificuldade.
- Crux: A parte mais difícil do boulder.
- Chamar: Dar o bote, tentar alcançar uma agarra.
- Rebotear: Depois de um bote curto, mandar outro bote mais longo.
quarta-feira, julho 12, 2006
Escolhas

Na briga entre Robin Hood e Homem Aranha, se deu bem o segundo. Infelizmente não se pode fazer tudo que quer na vida. Tentar conciliar arco e flecha, escalada e trabalho, tava complicado. O trabalho apertou e passou a tomar mais tempo do que o desejado. Infelizmente, entre os 3, é o único que não posso abrir mão. Escalar me deixa muito feliz, principalmente quando percebo que estou evoluindo. Sobrou pro Robin Hood...
Deixa essa história de arqueiro pruma próxima vez!
segunda-feira, julho 10, 2006
Quando comecei... Parte III
Depois do colegial, o grupo de amigos se dispersou. Cada um foi fazer faculdade em um canto. Encontrávamos somente em Araraquara, quando todos voltavam para visitar as famílias. Esses encontros eram sempre no "Velho Armazém", regados à Red Label.Numa dessas conversas de bar, foi decidido que eu mais 2 amigos (Sé e Biruel), iríamos até a tão sonhada Machu Pichu. Esse sonho habitava minha cabeça, desde as aulas de história (ou geografia) na 8ª série. Com o álcool e a empolgação, planejamos a viagem que seria em pouco mais de 3 meses. Buscamos informações do trajeto que deveria ser feito de ônibus e trem, lemos relatos de outros viajantes, nos preparamos física (nem tanto) e psicologicamente.
Foi minha primeira viagem além das fronteiras brasileiras. Um mês antes da viagem, o Biruel conseguiu um bom emprego e desistiu de se aventurar. Partimos eu e o Sé rumo à cidade Inca. Muitos quilômetros se passaram até chegarmos em Cuzco. De lá, uma caminhada de 4 dias nos Andes até chegarmos ao nosso objetivo. Esse tempo foi suficiente pra conseguir pensar na minha vida toda. Hora ficava maravilhado com o lugar, hora me perguntava o que estava fazendo lá. Chegar em Machu Pichu à pé, é indescritível. A sensação de dever cumprido te preenche. A felicidade por ter "vencido" é infinita. Depois dessa trilha, me apaixonei por trekking e nunca mais parei. Isso foi em julho de 1999.
*Depois conto as aventuras de Machu Pichu em outros posts.
**Tentei resgatar uma foto minha, mas os álbuns estão com o Sé.
quinta-feira, junho 29, 2006
Aprendiz de Lagartixa
Essa semana decidi investir na minha carreira de lagartixa. Já faz um tempo que comecei a escalar, mas nunca escalei com frequência. Desde o começo do ano que tento subir pelas paredes pelo menos nos finais de semana que fico em SP. Agora, com a ajuda do Irineu a empolgação se tornou realidade e nos matriculamos na Casa de Pedra. Agora vamos treinar a semana toda lá e aprender a técnica necessária pra virar homem-aranha! Mas isso é só o começo, ainda vou escalar em rocha algum dia!
sexta-feira, junho 23, 2006
quinta-feira, maio 25, 2006
iNike
Era só o que me faltava. Depois da febre do iPod ter passado por mim e eu perceber que ele não é essencial na minha vida, vem uma parceiria da Nike com a Apple e lançam um Nike + iPod Sport Kit. Não é mais um simples iPod Nano que toca música e armazena fotos. Agora, com o kit, você coloca um sensor no solado do tênis e outro no iPod. O sensor envia todas as informações (não sei exatamente quais) do seu treino para o aparelho. Depois, pode baixar tudo no seu iMac! Pra que um treinador se você pode ter um iPod? Agora me deu mais vontade de voltar a correr e muito mais de ter um iPod! No mínimo é uma boa desculpa pra se ter um. Enquanto ele não vem (porque o dinheiro não deixa), pelo menos cara, o meu Multiply tem!Quem quiser um também: http://www.apple.com/ipod/nike/
quarta-feira, maio 17, 2006
quarta-feira, abril 19, 2006
Quando comecei... Parte II
Tá certo que fui obrigado, perdi um ano da faculdade, sofri e comi o pão que o diabo amassou, mas passar 10 meses no Exército Brasileiro (o famoso EB), teve lá seus momentos bons. Acho que foi lá que acampei pela primeira vez. O primeiro acampamento foi o mais temido. Seria o acampamento para deixarmos de ser recrutas e passarmos a ser soldados. Tudo que se fazia era correndo com a mochila e fuzil na mão. Quem não corresse tinha que rolar no chão com a parafernalha toda. Até na fila da comida tinha que ficar pulando. Só parava quando tinha comida no prato. Aprendemos a atirar, técnicas de invasão, rastejar, rolar no barro, montar bombas, lançar granadas, fugir das granadas, achar minas, cavar trincheiras, enfim... sobreviver nas condições de uma guerra. Uma vez, voltando de uma instrução o sargento perguntou se a gente queria voltar correndo ou andando. Claro que todos responderam andando. Então ele disse pra segurarmos o fuzil acima da cabeça e com os braços esticados. Quem dobrasse os braços, teria que ficar correndo em volta do pelotão. A gente corria muito, comia pouco, dormia pouco e passava frio. Depois desse acampamento, os que seguiram foram light. A gente se divertia pilotando os jipes em alta velocidade nas estradas de terra. Eu era chefe de viatura e ficava do lado do motorista dizendo pra onde ir e o que fazer. Atrás tinha uma metralhadora e nela ficava o Herik. Ele se agarrava como podia pra não sair voando durante os saltos. No fundo, todos se divertiam. Até o tenente que tentou atirar num passarinho à 5m e errou. O pior, o passarinho nem se moveu. Tentou de novo e nada. Depois colocou a culpa na pistola. Todos riram. O quartel se mudou pra Pirassununga, por isso todos sairam na Primeira Baixa. Não acho que foi um ano perdido. Aprendi muita coisa e talvez a paixão pelo mato e pela natureza, tenha intensificado lá. O melhor são as histórias que tenho guardadas!!!
Numa marcha voltando de Franco da Rocha
Numa marcha voltando de Franco da Rocha
quarta-feira, abril 12, 2006
X Files
terça-feira, abril 11, 2006
R$ 14,00
Com esse precioso valor meu mundo ficou mais legal. Comprei um microfone, daqueles de telemarketing. Agora consigo falar com as pessoas de outros países praticamente de graça. Minhas irmãs, cunhados e sobrinhos... todos lá longe e agora parecem que estão aqui. Hoje foi mais legal e meio estranho. Falei com a Nina, lá da Alemanha. Fazia muito tempo que não falava inglês, mas aos poucos fui me soltando. Foi nostálgico! Me deu saudades da Austrália. Me deu saudades da Nina! E é aí que me pergunto: O que estou fazendo no Brasil?
sábado, abril 08, 2006
Robin Hood
Agora a moda é brincar de Robin Hood. Tudo começou quando eu e o Boca fomos montar uns equipamentos de circo no evento da JEEP. Lá entramos em contato com o esporte. Depois fiquei sabendo que a Cris, uma amiga nossa, era a segunda no ranking brasileiro e tinha ido pra mundial e tudo. Agora já não vejo a hora de começar o curso. Também acabamos arrastando outros amigos pro curso. Parece bem divertido! Já conheço o presidente da FPAF, alguns atletas brasileiros, marcas famosas, miras, lâminas, recurvo, composto, gatilho... Ihhh, vai longe...
Cris numa etapa do Campeonato Paulista no SESC Interlagos.
Cris numa etapa do Campeonato Paulista no SESC Interlagos.
sábado, abril 01, 2006
Só os Fortes Sobrevivem!!!
Já dizia o Sgt. Mesquita na minha época de exército. Essa sexta foi a vez de passar a madrugada vendo os filmes da Odisséia de Cinema, no Espaço Unibanco. Três sessões pelo preço de uma e com direito a som feito por DJs e café da manhã no final. Os filmes foram:

V de Vingança: Se não me engano é mais uma adaptação dos quadrinhos pro cinema. Filme de ação com explosões e porradas e que te prende pela trama. A atuação da bela Natalie Portman ajuda a manter o povo acordado e faz a película valer a pena.
Pele de Asno: Esse foi a prova de fogo. Um conto de fadas francês transformado em musical. Cara dos anos 70, tem uma pequena participação da Catherine Deneuve. História boba, músicas pentelhas (Amour, amour, je t'aime tant), personagens bizarros e situações surreais. Acho que pelo menos 1/3 da sala foi embora.
Tempo de Valentes: Filme argentino bem legal. Momentos trágicos, de suspense, de ação e comédia. Despretensioso, diverte a maioria e faz público sair contente em busca do café da manhã.
Pra terminar, sanduba, bolo, suco e café. Sobrevivi!!!

V de Vingança: Se não me engano é mais uma adaptação dos quadrinhos pro cinema. Filme de ação com explosões e porradas e que te prende pela trama. A atuação da bela Natalie Portman ajuda a manter o povo acordado e faz a película valer a pena.
Pele de Asno: Esse foi a prova de fogo. Um conto de fadas francês transformado em musical. Cara dos anos 70, tem uma pequena participação da Catherine Deneuve. História boba, músicas pentelhas (Amour, amour, je t'aime tant), personagens bizarros e situações surreais. Acho que pelo menos 1/3 da sala foi embora.
Tempo de Valentes: Filme argentino bem legal. Momentos trágicos, de suspense, de ação e comédia. Despretensioso, diverte a maioria e faz público sair contente em busca do café da manhã.
Pra terminar, sanduba, bolo, suco e café. Sobrevivi!!!
sexta-feira, março 24, 2006
Saudade da Magrela
Começou com o meu emprego em Alphaville. Muito longe e perigoso pra se ir de bicicleta. Aí ela ficou lá... no cantinho... esperando... Depois comprei a Biz, que me facilitou a vida. A poeira foi acumulando, os pneus murchando. De repente, uma mensagem de um amigo que não via há uns 12 anos. Por coincidência um dos amigos que estão nas fotos do começo das minhas aventuras. O Irineu! Continua o mesmo, mas com 10kg a mais. Continua pedalando e foi a chance pra eu tirar a bike da poeira. Fui ontem pedalar com um grupo do qual ele participa. Os Loko Bikers. De louco não tem nada além do nome. Um grupo bem heterogênio. Vinte pessoas de diferentes idades e sexo se juntaram pra pedalar durante a noite de São Paulo. Em grupo, é sempre mais seguro e passamos por lugares que nunca tinha ido antes. O ritmo não é puxado, mas também não é passeio. Param várias vezes pra esperar os retardatários, mas mesmo assim foi divertido. Saí de casa às 20h. Voltei quase 1h. Pedalamos uns 40km. Tanto tempo na bike me deu dor na bunda e satisfação por ter feito uma das coisas que mais gosto!
quarta-feira, março 22, 2006
Canyoning
O equipamento é pesado. A caminhada é longa. Demora horas pra se montar, minutos pra se descer e exige um grande esforço pra subir. Desmontar, cansa mais ainda. Mesmo assim vale a pena e sempre volto renovado depois de descer uma cachoeira! O final de semana em Itaqueri, na cachoeira Saltão(80m), foi ótimo!
(*Julita, que desceu pela primeira vez e já viciou!)
(*Julita, que desceu pela primeira vez e já viciou!)
sexta-feira, março 17, 2006
Unânime
Tem coisas na vida que são unânimes. A beleza da Michele Pfifer, o talento do Pelé, a potência de uma Ferrari. Nessas últimas entrevistas que andei fazendo, uma coisa se tornou unânime no meu portfolio também. Não há um diretor de arte, de criação ou dono de agência que não tenha comentado sobre o logo "Os Apocalípticos". Sempre gostam! Lembro que a escolha foi difícil e depois de alguns votos, ficou o eleito. É da falecida produtora de um amigo. Quem sabe um dia não renasce das cinzas?
Assinar:
Postagens (Atom)


