quarta-feira, abril 04, 2007

Canseira

Telemarketing é um saco!

1.
Hoje descobri que a tarifa da minha conta no Itaú é mais cara por causa de um cartão de crédito que sequer desbloqueei. Liguei pro meu gerente e ele falou pra eu ligar na central de cartão de crédito. Criei coragem e liguei. Digitei o número do cartão e o 0 "para falar com um de nossos atendentes". Falei com um cara e ele ficou de passar para o setor responsável. Depois de alguns minutos de espera, a linha caiu. Liguei de novo e repeti o processo. Dessa vez a moça responsável me atendeu e começou o bla bla bla de sempre. Ela começou a confirmar uns dados e no meio do meu endereço, caiu a ligação. Desisti!

2.
A Silvia e a Julia conseguiram um desconconto na conta de telefone celular. A Silvia disse que achava a conta dela muito cara e os caras abaixaram. A Julia falou que uma amiga tinha o mesmo plano que ela e pagava mais barato. Também descontaram. Resolvi tentar. *144 e 0 "para falar com um de nossos atendentes". Depois disso esperei 5 min e nada... Voltei pra minha mesa e continuei fazendo o que tinha pra fazer com o tel no ouvido. 10 min e nada. Aos 15 eu já conversava com todo mundo como se não estivesse no celular. 20 min e nada... Desisti!

Amanhã eu crio coragem de novo...

segunda-feira, abril 02, 2007

Gordinhos


Ontem fui ver uma exposição do Fernando Botero. As pinturas e desenhos retratam a violência do seu país natal, a Colômbia. Ver os gordinhos baleados, sangrando e morrendo é triste. Mais triste é saber que ele registrou o que realmente acontecia (ou ainda acontece) por lá. Talvez o país tenha seu lado bom e bonito, mas que dá medo de passar por lá, isso dá! Vale a pena dar um pulo no Memorial da América Latina pra admirar a arte do colombiano. A exposição não foi muito divulgada e por isso não lota como "Os Corpos" na Oca. O melhor de tudo é que é de graça!!! Se não me engano, fica até o dia 24 desse mês.

segunda-feira, março 26, 2007

Neuza Enroladeira


A fase de zica já passou, mas a dona Neuza insiste em me dar um perdido. Comprei uma camiseta no Museo Torres García no Uruguay. Provei, gostei e comprei. Quando fui realmente usar, achei a gola um pouco apertada. Levei lá na dona Neuza, a costureira do lado de casa. Isso foi em janeiro. Desde então, passei lá várias vezes. Na primeira falou que ia comprar a gola no sábado e na segunda me entregava. Depois desse prazo fui lá de novo. Ela me disse que não teve tempo de comprar a gola, mas que no sábado ela ia e que na segunda ela me entregava. Nada... Voltei lá e dessa vez falou que foi, mas que não encontrou a gola. Disse que ia procurar numa malharia. Voltei depois de umas 2 semanas e ela disse que a malharia tava fazendo a gola. Voltei uma semana depois e a malharia não tinha feito a gola ainda. Depois de mais um tempo ela disse que já estava com a gola e que ia costurar naquele dia mesmo e me entregava. Nada... Voltei no sábado... "Sua camiseta está aqui, já vou costurar a gola. Posso te entregar no fim do dia?" Estou esperando até agora... Eita mulher enrolada!!!

terça-feira, março 13, 2007

sexta-feira, março 09, 2007

Bons Ares

Sempre ouvi dizer que os argentinos se achavam os europeus da América Latina. Acho que Buenos Aires realmente tem um ar mais europeu que os outros lugares. A arquitetura, as praças bem cuidadas (pelo menos mais que as de São Paulo) e o fato de falarem espanhol, nos fazem achar que estamos no velho continente. A cidade é grande, mas o taxi barato diminui as distâncias. Puerto Madero, Recoleta, Caminito... o tango, a carne, o vinho... tudo lindo e maravilhoso. O albergue, à primeira vista era ótimo. Quartos amplos com o pé direito alto, banheiros sempre limpos, internet grátis. Seria muito bom se não fosse pelo videokê. Depois de voltarmos "levemente" altos do Siga la Vaca*, nos deparamos com os hóspedes cantando os hits do ABBA. Na empolgação, nos juntamos à eles. Depois de algumas músicas o cansaço bateu e resolvemos dormir. O problema é que as caixas de som estavam viradas para as portas dos nossos quartos. Foi praticamente impossível dormir ao som dos gritos desafinados que atravessaram a madrugada. Mas no final os alfajores Havana compensaram tudo. Já dá saudades da viagem. Hasta...

*Restaurante onde se paga uns 20 pesos por pessoa pra comer até morrer. Cada um tem direito a 1l de bebida. Em 6, tomamos 4 vinhos! hehehe

quarta-feira, março 07, 2007

Colonia del Sacramento

É uma antiga cidade portuguesa do século XVII, que foi tombada pelo Patrimônio Histórico da Humanidade. Suas ruas são de pedras e ainda restam ruínas da muralha e o portal da ciudad vieja. É uma cidadezinha charmosa, mas com pouca coisa pra se conhecer. Além das ruínas, nos sobraram as praias às margens do Rio de la Plata. Pra visitar as águas marrons do rio, alugamos 3 scooters que fizeram a diversão na cidade. Era scooter pra lá, scooter pra cá... Com elas, conseguimos conhecer a cidade toda, ir nas praias, voltar pras ruinas de noite e ainda apostar corrida! Foi um dos momentos mais divertidos da viagem! :)

Salvação!

Já faz algum tempo que andam pipocando novas igrejas por aí. Umas diferentes das outras, mas na hora de buscar os fiéis, são bem parecidas. Aproveitam o momento de desespero para oferecerem a salvação. Há alguns dias atrás fui abordado de maneira parecida. Me ofereceram um suco de uma fruta do Tahiti que dizem curar dores musculares, de cabeça, de articulação e até depressão... Cura tudo, inclusive a sua crise financeira! Da mesma maneira que os fiéis convertidos ficam cegos, esses também estavam. Tinham um discurso pronto e pareciam ter passado por uma lavagem cerebral. O que valia era o que falavam e qualquer coisa que fosse contra isso, era errado. O problema é que, assim como as novas igrejas, quem realmente se beneficia são os lá de cima. O suco pode até fazer bem, assim como orar, também faz... Agora, cá entre nós... É difícil acreditar em milagres, não é?

terça-feira, março 06, 2007

Montevideo


Foi onde tivemos a hospedagem mais chique. Ficamos no Days Inn e logo que chegamos, resolvemos descansar. Depois de dormimos algumas horinhas no colchão confortável e tomar uma ducha no banheiro limpinho, resolvemos sair pra comer alguma coisa. Arriscamos o famoso bar Fun Fun pra experimentar a tal uvita*. Era 1º de janeiro e estava fechado. Acabamos parando no Il Mondo de la Pizza (onde comemos várias vezes em Punta). No caminho, achamos a cidade meio sinistra. Ninguém nas ruas escuras e nenhum movimento. No dia seguinte pudemos conhecer melhor o charme da Ciudad Vieja, o mercado, o Rio de la Plata... Visitamos alguns museus, comemos as carnes famosas e bebemos Medio y Medio. De noite tentamos o Fun Fun de novo. Fechado! Acabamos comendo chivito no La Pasiva. Tirando a decepção de não tomar a tal uvita, Montevideo agradou!
*Dizem que quando Gardel ia à Montevideo, fazia questão de tomar uvita no Fun Fun.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Carnaval


Normalmente passo o Carnaval longe da bagunça. Dessa vez fui pra bem longe, mas muuuito longe! Umas 13h de carro pra rodar 1.100 km e visitar um dos pontos turísticos mais famosos do Brasil: Cataratas do Iguaçú! Que valeu, valeu! Pena que eu, a Julia e a Vivi estávamos apenas com a carteira de habilitação e não pudemos entrar na Argentina. A idéia era visitar o parque dos dois lados. Iguaçú é realmente muito bonita e impressiona qualquer um pelo volume de água que cai na Garganta do Diabo. A única trilha incluída na entrada era a que levava até as cataratas. O parque ainda oferece várias atrações e todas bem caras. Apesar disso é bem organizado, sinalizado e limpo. Do lado argentino, os passeios são mais baratos. Itaipu também não fica pra trás com seu tamanho. Ver aquela quantidade toda de água correndo pela hidrelétrica até assusta. Só não assusta mais que os mototaxistas que nos levaram até o Paraguai. Eles são piores que os motoboys de São Paulo. Um fecha o outro na maior cara dura e passam por lugares super apertados. Foi a maior aventura da vaigem! Ciudad del Este é horrível, bagunçada e cheira mal. Não vale os R$ 6,00 gastos com o mototaxi. É um lugar que não pretento voltar tão cedo. Agora, quando os gringos me perguntarem, posso falar que conheço Iguassu Falls! Só falta a Amazônia!

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

El Reveillon


Esse negócio de se vestir de branco no reveillon, é coisa de brasileiro. No porto, foi fácil distinguir os brasileiros dos outros. Seguindo a tradição, fomos de branco, com exceção do Leonardo. Não fazíamos idéia de como seria. Saímos do albergue e fomos para o porto, onde tínhamos visto alguns pubs. Antes de chegar ao destino final, paramos no meio da galera. Não teve contagem regressiva coletiva, então cada grupo desejava "Feliz Año" na hora que bem entendesse. Depois de nossa contagem regressiva, começaram a disparar os fogos. Nada comparado com Copacabana, mas também não foi ruim. Nosso reveillon ainda teve Chandon e show de músicas brasileiras, argentinas e uruguaias. Promessa de ano novo: Passar cada reveillon num lugar diferente! :)

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Hostel 1949


É bem localizado e achamos fácil. Véspera de ano novo, tudo lotado e todos procurando um lugar pra ficar. Assim que chegamos, fui confirmar nossa reserva. Estava tudo certo tirando o fato que o argentino que tomava conta do albergue, quis separar as meninas dos meninos. Isso porque dois caras tinham chegado lá, sem reserva e não tinham onde ficar. Briguei em portunhol, dizendo que nossa reserva tinha sido feita há mais de um mês atrás e que era pra ser todos num quarto só. Depois de discutir e esperar um monte, o cara nos mostrou o quarto. Devia ter uns 15 metros quadrados e (pasmem) 9 camas, sendo 3 beliches e um triliche. Os armários eram apertados e tinha um banheiro só! Dividimos o quarto com mais 2 brasileiros e um argentino. Enquanto dormíamos, eles estavam acordados e quando estávamos acordados, eles dormiam. O café da manhã começava só às 9h, já que todos acordavam tarde. À essa hora, eu e a Julia já tínhamos caminhado por toda a península, tomado sol, mergulhado no mar e estávamos morrendo de fome. O café da manhã não tinha nada de mais. Café, água, geléia, manteiga e 2 torradas. Se pedisse mais torradas, a francesinha entregava. Na frente do hostel alguns banquinhos e duas redes, onde o povo se sociabilizava. Tudo isso, custou US$ 25,00 por noite, por pessoa. Parecia terrível, mas o pior estava por vir!

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Outro Mundo

(Continuação da viagem ao Uruguai)
Depois da curva, entramos em outro país. Nada se parecia com o Uruguai deixado para trás pelas nossas pedaladas. Condomínios com casas luxuosas que esbanjavam dinheiro. Carros e
motos potentes circulavam pelas ruas. Estávamos em La Barra! Terra das baladas, das extravagâncias e da peruada. Era um querendo aparecer mais que o outro, mas no fim, os olhares se viravam pra nós. Quatro ciclistas, mulambos, sujos, suados e cheios de tralha nas bicicletas. Passamos por lá e continuamos por mais 10km até chegarmos em Punta del Este.


Punta também é chique e cheia de gente com dinheiro. Mais do que isso, é cheia de brasileiros. Como seu nome já diz, é uma ponta. Do lado esquerdo as praias com ondas (e a dos dedos), do lado direito, as praias mais calmas (onde ficávamos). Nosso albergue ficava bem na divisão das praias e merece um post à parte. Apesar de chique, os restaurantes são ruins. Não as comidas, o atendimento. Nada comparado com o Brasil... Tudo bem que não fomos em restaurantes chiques, mas isso não justifica. Lá tem o Conrad que é o casino famoso e imponente. Tem o porto, onde habita o Leôncio e suas leoas... Tem chivito* e pizza de metro... E o mais importante, tem Freddo!!!

*Lanche típico uruguaio, pode ser normal ou canadense, no pan ou no plato.

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Praia, boulder e muita chuva!


Fim de semana em Maresias. Apesar da chuva forte do domingo, aproveitamos bastante. Sexta saimos daqui de madrugada. Nenhum trânsito pela frente. O sábado amanheceu com sol e nos deu direito à um banho de mar nas águas claras e agitadas da praia. Bom pra tirar o mau olhado! Da praia pra piscina do condomínio, que era só nossa!!! Depois da macarronada no almoço, foi a vez de ir até Cambury procurar a área de boulder. Muitas pedras com abaulados, regletes, agarras invertidas e tudo mais. Foi bom pra matar as saudades da rocha! Depois pizza de janta e "cultura" com o Jogo do Milhão!!! No domingo a gente conseguiu visitar Paúba embaixo de garoa e depois ver lá de cima, Calhetas, onde nosso plano (que foi por água abaixo) era de mergulhar. Depois disso passamos o dia em casa, vendo TV e a chuva lá fora! Mesmo assim, o fim de semana foi bom! :)

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Porque mudar é preciso!

No embalo da Lenita, resolvi dar uma cara nova ao meu blog. Fazia uns 3 anos que ele tinha a mesma cara. Todas as mudanças de alguma forma são boas e algumas coisas ficam no passado. Perdi os links dos meus amigos!!! Eita!!!

Pause

- Odeio ter que ir ao banco e esperar um monte pra ser atendido;
- Odeio vendedores de surf shop que vendem até a mãe;
- Odeio casais que separam e voltam 10.000 vezes;
- Odeio Big Brother;
- Odeio os preços brasileiros de produtos importados;
- Odeio pernilongos!!!

San Carlos hasta Punta


Desembarcamos em San Carlos. No horário de chegada o sol estava à pino. Arrumamos as bicicletas, pegamos informações e saimos em direção à Punta del Este. A estrada era tranquila e tinha subiditas e deciditas. Bastante arborizada levava à muitas casas chiques. Pareciam chácaras e eram sempre muito bem cuidadas. Após uma subida com curva para a direita, avistamos o mar (foto). Continuamos na estrada... Uma grande descida e depois uma curva pra direita que nos deixava paralelos ao mar. A partir de lá, entramos num outro mundo!

sexta-feira, janeiro 19, 2007

La Paloma à Rocha


O tempo que passamos em La Paloma não foi suficiente para nos recuperarmos 100%. Como o trajeto também era maior do que o planejado, resolvemos pedalar apenas 60km. Os outros 65km foram feitos de ônibus.

Saimos de La Paloma antes de amanhecer. A meta era chegar em Rocha, antes das 8h30, horário de saída do ônibus que nos levaria até San Carlos. A pedalada foi tranqüila já que não era tão quente e a distância era curta (30km). Como um pelotão profissional, fomos em fila indiana. O pneu dianteiro de um, quase encostava no traseiro do que ia na frente. O Leonardo liderava o grupo quando, em determinado momento, quase causa uma batida coletiva por ter parado de pedalar. O motivo foi uma carteira jogada no chão! Nela, além de documentos, U$ 1.100,00 (mil e cem pesos uruguaios), o equivalente à R$ 110,00. Felizes com o achado, decidimos entregar a carteira à polícia (sem o dinheiro, claro). Paramos numa viatura que apareceu poucos quilômetros depois. O Leonardo entregou a carteira e o difícil foi fazer o guarda acreditar que não tinha dinheiro dentro. Depois de passar os dados ao policial, seguimos até Rocha.

Rocha parece maior que La Paloma, mas não tem rodoviária. Em frente à praça central estavam a igreja, uma casa de câmbio e as duas companhias de ônibus que nos levaria até San Carlos. Escolhemos a Rutas del Sol porque o ônibus sairia primeiro. Tínhamos que carregar as bicicletas e o cara do guichê disse que teríamos que ver se havia espaço no ônibus. Resolvemos esperar o ônibus chegar pra verificar o espaço. Não compramos as passagens e pedimos para nos avisarmos se poderíamos embarcar ou não. Esperamos, e esperamos... Meia hora depois do horário previsto, o cara do guichê nos pergunta se vamos pra San Carlos. Respondemos que sim. Aí ele avisa que o ônibus já tinha saido fazia 30 minutos. Ficamos revoltados! A sorte é que a companhia ao lado tinha um ônibus que partia em seguida. Esse não perdemos! Embarcamos rumo à San Carlos.

terça-feira, janeiro 16, 2007

La Paloma

Cidadezinha litorânea de casas baixas e com nome. O único prédio da cidade fica ao lado do Hotel Viola, o que facilitava a nossa localização de qualquer ponto da cidade. O hotel era bem simples, mas conseguimos dois quartos pra cada dupla e não um para os quatro. Na frente ficava um pastor alemão bizarro. Foi tosado, mas deixaram os pêlos na cabeça e na ponta do rabo, o que fazia ele parecer um leão. O leão tomava conta do hotel.

Uma avenida principal corta a cidade e o comércio fica todo ao seu redor. Bem no meio dela um museu de baleias com um enorme esqueleto à sua frente. Numa ponta da avenida a Central de Informações Turísticas, na outra o mar. As praias não são lindas, a areia é grossa e a água marrom o que não nos convidou para um mergulho. Caminhamos pela orla até achar o Perla Negra, primeiro restaurante no Uruguai com suco natural de laranja. Tudo bem que a laranja estava passada, mas era natural. De noite voltamos para provarmos a famosa Parrilla. Bleargh! Só miudos e muita gordura!

O sol nem tinha aparecido ainda. Deixamos La Paloma no dia 29, rumo à Rocha.

Fotos de La Paloma

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Chuí à La Paloma

A estrada é plana, mas o vento e o sol judiaram! No meio do caminho paramos pra conhecer o forte Santa Teresa, situado há uns 30km de Chuí. Um pouco antes, um fato curioso. Uma placa com o desenho de um avião. Alguns metros depois, outra placa explicava que a estrada virava uma pista para pouso de emergência. Depois do forte seguimos até Castillos, onde paramos pra reabastecer as caramanholas e camel baks. Saindo de lá, o Pinto ganhou um pneu furado. Depois de remendar continuamos... Já era fim de tarde e todos estavam cansados, mas ainda faltavam muitos quilômetros. Assitimos ao pôr do sol na estrada, pedalando. Chegamos em La Paloma esgotados e sob as luzes das lanternas. Check in no hotel, janta e cama!!!

Fotos do percurso

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Chuí

Chuí só existe por causa da fronteira. A avenida principal divide o Brasil do Uruguai. Cidadezinha chinfrim com alguns hotéis bem pequenos. Por causa do povo dos dois países a língua é o portunhol. Real ou Pesos Uruguaios, tanto faz. Carros velhos e carroças circulam pela cidade. Saímos de lá depois de gastar um tempo sacando e trocando dinheiro, colocando os alforges e ajeitando pra não pegar no pé. Passamos pela aduana e a burocracia foi mínima. Apenas anotaram os números dos documentos e nos deram um cartão de entrada no país. Os uruguaios são bem simpáticos, diferente dos bolivianos. Em um outro posto da aduana, um funcionário nos cumprimentou, perguntou pra onde íamos e sugeriu o melhor caminho. Daí em diante, a pedalada foi longa...